O CEB (Corporate Executive Board) divulgou em 2010 um artigo bastante interessante sobre os Seis Mitos da Governança Corporativa. Segundo o artigo, a Governança Corporativa deve ser revisada constantemente. As recessões em alguns países têm impulsionado um aumento no comportamento fraudulento, aumentando os desafios dos executivos em melhorar a detecção e táticas de mitigação. Os seis mitos resumem as soluções mais comentadas pelos gestores.
quinta-feira, 23 de julho de 2015
Gestão Empresarial: A Visão Estratégica Como Fator De Desenvolvimento De Micro E Pequenas
Escrito por Aloizio Ziareski
O foco desse estudo é desenvolver pesquisa acerca da agressiva evolução
que o mercado vem tendo nos últimos anos o que exige das empresas,
independente de seu porte a busca continua por mecanismos norteados a
uma visão estratégica que o auxilie na identificação de fatores que
possam causar algum impacto para a organização, evidenciar as vantagens
que a visão macro pode agregar ao micro e pequeno empreendedor, que com
práticas gerenciais auto-sustentáveis regidas pela elaboração de um
plano estratégico tem como objetivo; fortalecer, organizar e elevar o
status da organização a um nível de competência superior. Destacar a
importância da visão estratégica para os dias de hoje, bem como indicar
caminhos para o desenvolvimento de um planejamento próprio. O presente
estudo nos incita a apreciar que a empresa que tem ambição de se
fortalecer, se destacar e se evidenciar no mercado deve investir, seja
financeira, ou intelectualmente, principalmente essa última, na gestão
sustentável. A metodologia utilizada para alcançar tal objetivo foi
pesquisas bibliográficas no qual o resultado obtidoneste estudo
confirmando a importância que o planejamento pode ter para o
empreendedor seja qual for a sua esfera de atuação.
segunda-feira, 15 de junho de 2015
Consultoria empresarial: do conceito à prática
O artigo relata a importância da Consultoria
Empresarial no cotidiano das organizações. Além de destacar seu processo
de formação na prática.
Fonte : Administradores.com.br
quinta-feira, 11 de junho de 2015
Auditoria de TI - mal necessário ?
Fonte : Portal GTSI (Escrito por Emerson Dorow)
"Olá Caros leitores!
Vamos iniciar o post com uma ilustração:
Era para ser um dia
normal, mas o dia começou cinza e todos estão tensos. O chefe chegou
extremamente preocupado e logo de manhã reúne a equipe e diz: “Leiam os
procedimentos e registrem o que está faltando, pois amanhã temos a
auditoria externa. Se perdermos o selo da ISO cabeças vão rolar!”
Alguma semelhança com algo que você já presenciou, viu ou ouviu?
Empresas e profissionais
buscam mostrar ao mercado que estão aptos a atenderem seus clientes
(internos e externos) dentro de padrões de qualidade. Muitas vezes esta
busca por qualificação e certificação é um instrumento utilizado mais
para marketing pessoal/empresarial do que garantir que as entregas são
feitas com a qualidade esperada pelo cliente, mas acredito que esta seja
a minoria.
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quarta-feira, 27 de maio de 2015
Qual a importância de realizar periodicamente uma auditoria de TI ?
Fonte : Blog iVirtua
by admblog · 22 de abril de 2015
Toda empresa que trabalha com bancos de dados e informações importantes deve estar preparada para realizar auditorias constantes. Pelo menos uma vez por ano é preciso que funcionários de Tecnologia da Informação façam uma avaliação na empresa, para assegurar que não haverá problemas posteriores.
Se você não possui uma equipe dessa área em sua organização e nunca realizou uma auditoria interna, vamos mostrar para você a importância de realizar esse procedimento periodicamente.
Confira:
quarta-feira, 13 de maio de 2015
Gestão: última prioridade, quando deveria ser a primeira
*Por Carlos Rodrigues
Fonte : Decision Report
As corporações em geral ainda não deram a devida importância à gestão e governança interna de dados – e a situação piora quando falamos dos servidores de arquivos – buracos negros de informação muitas vezes sem gestão, e sem qualquer visibilidade sobre quem acessa o quê. Mas quero iniciar essa discussão com alguns exemplos do que a falta da gestão de dados pode provocar.
Fonte : Decision Report
As corporações em geral ainda não deram a devida importância à gestão e governança interna de dados – e a situação piora quando falamos dos servidores de arquivos – buracos negros de informação muitas vezes sem gestão, e sem qualquer visibilidade sobre quem acessa o quê. Mas quero iniciar essa discussão com alguns exemplos do que a falta da gestão de dados pode provocar.
A importância de uma auditoria de sistemas independente
Publicado por Carlos Marcelo Lauretti
Fonte : TI Especialistas
A auditoria independente é o instrumento que as empresas têm para assegurar aos seus acionistas de que seguem as melhores práticas de governança corporativa. Sem uma auditoria independente não há como garantir a confiabilidade das informações que são disponibilizadas. Assim como não se pode confiar nos demonstrativos contábeis de uma empresa se eles não passarem por um controle independente, também não é possível confiar nos sistemas de informações destas organizações se não estiverem sujeitos a auditorias de sistemas independentes e rotineiras.
segunda-feira, 21 de julho de 2014
A importância da Gestão Empresarial nas Pequenas Empresas
Nesse texto serão apresentadas as
características das quatro funções básicas da administração: planejar,
organizar, liderar e controlar e a importância do trabalho do gerente, o
responsável pela administração e realização das tarefas nas empresas.
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
O que é um escritório de projetos "PMO" ?
"O tema projetos é um assunto que está em alta. Muitas empresas, profissionais e estudantes, estão em busca de compreender os aspectos que estão ligados ao tema. Um escritório de projetos é uma central de gerenciamento, onde a busca das melhores praticas em projetos são trabalhadas.
A necessidade continua de melhoria no desempenho dos projetos executados pelas organizações, levam as mesmas a buscarem dispositivos que garantam que seus projetos sigam seu ciclo de vida dentro dos padrões estabelecidos de custo, prazo, qualidade entre outros, conforme seu escopo preliminar.
Os Escritórios de Projetos ou Project Management Office “PMO” é uma entidade criada dentro ou fora das organizações caracterizada como uma central de gerenciamento de projetos, podendo-se dizer, o quartel general dos projetos.
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
A importância de uma auditoria de sistemas independente
A maioria das grandes empresas está obrigada a se submeter a auditorias independentes durante as quais normalmente está incluída uma auditoria de sistemas. Lamentavelmente, muitas empresas, especialmente as de pequeno e médio porte não estão obrigadas à auditorias externas, portanto, a área de informática não tem que prestar contas de seus procedimentos e ações além da própria direção.
A auditoria independente é o instrumento que as empresas têm para assegurar aos seus acionistas de que seguem as melhores práticas de governança corporativa. Sem uma auditoria independente não há como garantir a confiabilidade das informações que são disponibilizadas. Assim como não se pode confiar nos demonstrativos contábeis de uma empresa se eles não passarem por um controle independente, também não é possível confiar nos sistemas de informações destas organizações se não estiverem sujeitos a auditorias de sistemas independentes e rotineiras.
Em muitos anos à frente da TI de várias empresas, sempre me defrontava com a suspeita se as informações disponibilizadas pelos sistemas eram confiáveis. Meus problemas terminaram quando passei a ser submetido à auditoria independente. A auditoria independente assegurava à empresa que eu adotava todas as práticas necessárias para garantir a integridade dos sistemas.
Profissionais de TI não devem ver auditorias externas como ameaças ao seu trabalho. Ao contrário, bons profissionais querem demonstrar à empresa que podem confiar em seus sistemas de informação. Em muitas situações, a auditoria externa até mesmo corrobora as solicitações de TI para implantar soluções mais robustas, como por exemplo, relativas à tolerância à falhas, segurança de acessos e outras necessidades que muitas vezes não somos capazes de convencer a alta direção de efetuar os investimentos necessários.
Para as empresas que não estão sujeitas à obrigatoriedade de uma auditoria de sistemas, é extremamente vantajoso que as façam espontaneamente. Os resultados são ainda melhores quando a iniciativa desta auditoria parte da própria área de TI. Muitos profissionais de TI equivocadamente vêem a auditoria de sistemas como uma ameaça. É extremamente preocupante empresas nas quais TI vê a auditoria como uma ameaça e não como uma aliada.
Uma experiência muito interessante é a alta direção propor à TI a utilização de uma auditoria de sistemas. Sem dúvida, naquelas que houver uma rejeição muito grande, ou disserem que é jogar dinheiro fora, deve-se iniciar imediatamente esta auditoria independente. Aquelas que tiverem o apoio de TI, pode-se deixar para um momento mais oportuno.
Fonte : Ti Especialistas
Autor : Carlos Marcelo Lauretti
Profissional com extensa experiência como gestor de TI em
empresas de grande porte dos setores de engenharia civil e editorial.
Possui doutorado em Administração de Empresas, especializações em
Gestão de Informática e Gestão do Conhecimento. Professor e pesquisador
de Finanças Corporativa. Consultor em projetos de investimento em TI e
valuation de empresas.
email: lauretti.tiesp@gmail.com
site: www.wedb.net
linkedin
email: lauretti.tiesp@gmail.com
site: www.wedb.net
terça-feira, 30 de julho de 2013
Quatro perguntas relacionadas com a Criação de Valor a partir das Tecnologias de Informação
LAB
GSTI 2.0:
Bruno Horta Soares, CISA®, CGEIT®, CRISC™,
PMP®, COBIT 5 | bruno.soares@govaas.com
A Comunicação é um dos fatores críticos de sucesso em
qualquer Empresa e não há boa Comunicação sem se fazerem as perguntas certas e sem
se procurarem as melhores respostas. Está
a tirar o melhor partido das Tecnologias de Informação para criar valor na sua
Empresa? Aqui ficam 4 perguntas fundamentais relacionadas com este tema.
Por todo o lado se
ouve que as Tecnologias de Informação são o novo fator crítico de sucesso para
a criação de valor nas Empresas. As empresas investem cada vez mais em
Tecnologias procurando acompanhar o ritmo da evolução tecnológica e das novas
tendências, e muitos são os casos em que o tal valor teima em não aparecer.
Porque será?
Uma das principais
falácias lógicas está relacionada com o facto de muitas empresas não terem
entendido que apesar de os custos estarem relacionados com Tecnologias, na verdade
não é das Tecnologias que vem valor, mas sim da forma como essas Tecnologias
potenciam a boa Governança e Gestão da Informação. O livro “The Information
Paradox”[1] abordou este tema, deixando claro que as
Empresas não investem em Tecnologias de Informação mas sim em Melhoria e Mudança
suportadas por Tecnologias da Informação. Este princípio é determinante na
forma como as Empresas pensam Tecnologias da Informação, potenciando uma nova
abordagem que deixa cair os conceitos de “Projetos de TI” ou “Custos de TI”,
trazendo para o dicionário das Empresas os conceitos de “Projetos de Negócio
suportados em TI” ou “Custos do Negócio suportados em TI”.
Estes temas começaram
a ser abordados no contexto ISACA há alguns anos aquando do lançamento da framework VALIT, uma famework orientada para a gestão do
valor das Tecnologias da Informação. Com o COBIT desde sempre focado na gestão
e controlo das tecnologias de informação, estas duas frameworks foram em grande medida a base para a construção da nova framework COBIT 5, onde os temas da
Governança e Gestão das Tecnologias da Informação passaram a estar integrados
numa única framework.
Ter numa mesma framework estes dois mundos permitirá às
Empresas avaliarem a forma como estão criar valor a partir das Tecnologias de
Informação, podendo desde colocar-se 4 perguntas fundamentais [2]:
1. [Governança] – A pergunta da
Estratégia: Será que estamos fazendo as coisas corretas?
o Os
investimentos em TIs estão em linha com a visão da Empresa?
o Os
investimentos em TIs estão consistentes com os princípios do negócio?
o Os
investimentos em TIs contribuem para os objetivos estratégicos?
o Os
investimentos em TIs estão a ser realizados otimizando os recursos disponíveis
e tendo em consideração um nível de risco aceitável?
2. [Gestão] – A pergunta da Arquitetura: Será que as estamos fazendo da forma correta
o Os
investimentos em TIs estão alinhados com a arquitetura da Empresa?
o Os
investimentos em TIs estão consistentes com os princípios de Arquitetura?
o Os
investimentos em TIs estão alinhados com outras iniciativas?
3. [Gestão] – A pergunta da Entrega: Será que as estamos fazendo bem?
o Existem
processos efetivos para gestão, entrega e gestão da mudança?
o Estão
disponíveis recursos técnicos e de negócio?
4. [Governança] – A pergunta do
Valor: Será que as estamos retirando os benefícios?
o Existe
uma compreensão clara e partilhada dos benefícios esperados?
o Existe
uma definição clara das responsabilidades para a realização dos benefícios?
o Estão
definidas métricas relevantes?
o Está
definido um processo de realização de benefícios eficaz?
Conclusão
Quando se fala em chaves para o sucesso é importante
entender que uma coisa são as chaves e outra o sucesso! É por isto que as
Tecnologias de Informação não devem ser encaradas como o fim mas antes o meio
para chegar a algo maior: a criação de
valor para os stakeholders.
Com os contextos empresariais a ganharam uma cada vez
maior complexidade, garantir uma boa governança e gestão das Tecnologias de Informação
é sem dúvida um fator determinante. Para tal, é muito importante que as
Empresas possam refletir permanentemente se estão a tirar o melhor partido das
Tecnologias e se estão a utilizar as melhores ferramentas para lidar com a
complexidade da Informação.
O COBIT 5 pode ser uma ferramenta importante para apoiar
as Empresas a responderem às 4 preguntas fundamentais sobre a criação de valor
e quem sabe se nas respostas não estarão novas formas de melhorar a sua Empresa
e garantir uma efetiva gestão da mudança!
O que não te contam sobre administração
Excelente artigo do Portal Administradores, de autoria de Fabio Zugman, que compartilho agora com vocês.
"
“- Administração é igual a sexo. Você pode ler todos os livros e revistas sobre o assunto, mas se nunca fizer, vai morrer sem saber o que é.” Um famoso coach de executivos certa vez me confidenciou em um tom meio baixo durante uma conferência.
Essa é provavelmente uma das maiores verdade que li ou ouvi sobre o assunto. Não estou dizendo que livros e revistas não importam (levando em conta que escrevi 6 livros e possuo uma biblioteca com uns 700, no mínimo seria uma declaração meio estranha).
Nenhum livro, palestra ou teoria vai te mostrar a sensação de lidar com o primeiro cliente, com a primeira vez que você acha que as contas não vão fechar, com uma decisão de contratação ou demissão. Você pode ter lido 500 livros sobre como contratar pessoas, mas fazer isso pela primeira vez é algo completamente diferente. É como o adolescente que passou a vida colecionando aquele tipo de revista ou navegando escondido na Internet, como as meninas que comentam umas com as outras e sonham sobre aquele momento. Não importa o quanto você falou ou leu sobre o assunto: A hora em que a situação está ali, à sua frente, o modo como você vê as coisas mudam para sempre. Completar, participar ou terminar um negócio nos dá uma sensação que nenhum livro (ou mesmo escrever um) jamais vai te dar.
Esse é meu maior problema com boa parte dos integrantes do mundo acadêmico. Basta citar as fontes certas, de preferência um monte delas, e pode-se dizer e ensinar qualquer coisa. Muito do que passa por “ciência” em administração não passa de instruções feitas por quem nunca usou de verdade os seus produtos. É como se um exército de virgens montasse um curso e com base em intensivos estudos em revistas e textos, dissesse: “É assim que se satisfaz uma mulher”.
Teimosamente, nunca me afastei do mundo real, ao contrário de não sei quantas recomendações de acadêmicos mais respeitados. As boas experiências me trouxeram aprendizado, resultados e algo em que me apoiar. As más renderam boas histórias para contar. A prática enriquece o mundo intelectual, e os estudos enriquecem a prática.
De todas as áreas, penso que a Medicina é um exemplo a ser seguido. Impossível se formar médico sem passar pelo período obrigatório vivendo a realidade de um hospital. Por mais que se faça críticas à formação de médicos, é um mundo de distância da maioria dos cursos de Administração, em que os alunos passam o curso todo conhecendo a realidade através de textos e casos.
Há algumas faculdades tomando a dianteira, tentando aproximar mais os alunos da prática nas empresas e outras organizações. Ainda assim, esse movimento ainda está começando e se restringe a algumas ilhas de excelência. Com base em minha experiência no mundo acadêmico, infelizmente não acredito que os virgens abandonarão as salas de aula tão cedo.
Que fazer, então? Estude, leia e se atualize o quanto puder. Mas nunca confunda teoria com realidade. Nunca se apaixone por uma ideia ou pelo seu próprio intelecto. Sempre que possível, mergulhe no mundo real, aprenda, volte para a sala de estudos. Não tenha medo de errar, mas procure aprender com os seus erros. Não confunda “segurança” com não se arriscar. Na vida real é preciso assumir riscos.
Afinal, você pode ser um amante melhor com o Kama Sutra, mas se você se prender somente aos livros, nunca saberá o que está perdendo."
Link do artigo : http://www.administradores.com.br/artigos/administracao-e-negocios/o-que-nao-te-contam-sobre-administracao/71990/
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“- Administração é igual a sexo. Você pode ler todos os livros e revistas sobre o assunto, mas se nunca fizer, vai morrer sem saber o que é.” Um famoso coach de executivos certa vez me confidenciou em um tom meio baixo durante uma conferência.
Essa é provavelmente uma das maiores verdade que li ou ouvi sobre o assunto. Não estou dizendo que livros e revistas não importam (levando em conta que escrevi 6 livros e possuo uma biblioteca com uns 700, no mínimo seria uma declaração meio estranha).
Nenhum livro, palestra ou teoria vai te mostrar a sensação de lidar com o primeiro cliente, com a primeira vez que você acha que as contas não vão fechar, com uma decisão de contratação ou demissão. Você pode ter lido 500 livros sobre como contratar pessoas, mas fazer isso pela primeira vez é algo completamente diferente. É como o adolescente que passou a vida colecionando aquele tipo de revista ou navegando escondido na Internet, como as meninas que comentam umas com as outras e sonham sobre aquele momento. Não importa o quanto você falou ou leu sobre o assunto: A hora em que a situação está ali, à sua frente, o modo como você vê as coisas mudam para sempre. Completar, participar ou terminar um negócio nos dá uma sensação que nenhum livro (ou mesmo escrever um) jamais vai te dar.
Esse é meu maior problema com boa parte dos integrantes do mundo acadêmico. Basta citar as fontes certas, de preferência um monte delas, e pode-se dizer e ensinar qualquer coisa. Muito do que passa por “ciência” em administração não passa de instruções feitas por quem nunca usou de verdade os seus produtos. É como se um exército de virgens montasse um curso e com base em intensivos estudos em revistas e textos, dissesse: “É assim que se satisfaz uma mulher”.
Teimosamente, nunca me afastei do mundo real, ao contrário de não sei quantas recomendações de acadêmicos mais respeitados. As boas experiências me trouxeram aprendizado, resultados e algo em que me apoiar. As más renderam boas histórias para contar. A prática enriquece o mundo intelectual, e os estudos enriquecem a prática.
De todas as áreas, penso que a Medicina é um exemplo a ser seguido. Impossível se formar médico sem passar pelo período obrigatório vivendo a realidade de um hospital. Por mais que se faça críticas à formação de médicos, é um mundo de distância da maioria dos cursos de Administração, em que os alunos passam o curso todo conhecendo a realidade através de textos e casos.
Há algumas faculdades tomando a dianteira, tentando aproximar mais os alunos da prática nas empresas e outras organizações. Ainda assim, esse movimento ainda está começando e se restringe a algumas ilhas de excelência. Com base em minha experiência no mundo acadêmico, infelizmente não acredito que os virgens abandonarão as salas de aula tão cedo.
Que fazer, então? Estude, leia e se atualize o quanto puder. Mas nunca confunda teoria com realidade. Nunca se apaixone por uma ideia ou pelo seu próprio intelecto. Sempre que possível, mergulhe no mundo real, aprenda, volte para a sala de estudos. Não tenha medo de errar, mas procure aprender com os seus erros. Não confunda “segurança” com não se arriscar. Na vida real é preciso assumir riscos.
Afinal, você pode ser um amante melhor com o Kama Sutra, mas se você se prender somente aos livros, nunca saberá o que está perdendo."
Link do artigo : http://www.administradores.com.br/artigos/administracao-e-negocios/o-que-nao-te-contam-sobre-administracao/71990/
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